Aparelho Intraoral para Ronco e Apneia com o Dr. Rodrigo Sandin

Uma alternativa feita sob medida pra quem ronca ou tem apneia leve a moderada, em atendimento presencial.

Aparelho intraoral para ronco e apneia, Dr. Rodrigo Sandin

Ronco e apneia do sono: quando o dentista pode ajudar

O ronco acontece quando o ar passa por uma via aérea parcialmente obstruída, fazendo os tecidos moles da garganta vibrarem. Em alguns casos, essa obstrução chega a bloquear a passagem do ar por alguns segundos, repetidas vezes durante a noite — é o que caracteriza a apneia obstrutiva do sono. Esse quadro pode aparecer associado a sono não reparador, cansaço ao longo do dia, ronco intenso e outras queixas que o paciente costuma notar, mas o diagnóstico de apneia não é feito no consultório odontológico: ele depende de exame de sono (polissonografia), solicitado e interpretado por um médico especialista.

Avaliação clínica e encaminhamento ao médico do sono

O papel do Dr. Rodrigo, nessa etapa, é clínico e observacional: durante a avaliação presencial, ele analisa a anatomia da boca, da mandíbula e das vias aéreas superiores, verifica sinais compatíveis com risco aumentado de ronco ou apneia (como padrão de mordida, posição da língua e características ósseas) e conversa com o paciente sobre queixas relatadas pelo próprio ou por quem dorme ao lado. Quando esses sinais sugerem um quadro que precisa de confirmação médica, o paciente é encaminhado ao médico do sono antes de qualquer indicação de tratamento com aparelho, já que o aparelho intraoral só é uma opção adequada para os casos classificados como leves a moderados, sempre com acompanhamento adequado. Se você já tem um diagnóstico médico de apneia leve a moderada, ou já sabe que ronca de forma significativa e quer investigar alternativas, também é possível iniciar a avaliação diretamente com o Dr. Rodrigo, que vai analisar se o caso é compatível com o uso do aparelho intraoral.

Aparelho intraoral: como funciona

O aparelho intraoral indicado para ronco e apneia costuma atuar por reposicionamento mandibular: ele mantém a mandíbula ligeiramente projetada para frente durante o sono, o que ajuda a afastar a base da língua da parede posterior da garganta e a manter um espaço mais amplo para a passagem do ar. Com a via aérea menos obstruída, tende a haver redução da vibração dos tecidos que causa o ronco e, em casos leves a moderados de apneia, uma via aérea mais aberta ao longo da noite. É importante deixar claro que o aparelho não promete cura da apneia nem garante a eliminação do ronco — ele é uma ferramenta que ajuda a manter as vias aéreas mais abertas, dentro dos limites de cada quadro clínico.

Feito sob medida e acompanhamento contínuo

Cada aparelho é confeccionado sob medida, a partir de moldagens ou escaneamento da arcada dentária do próprio paciente, feito presencialmente no consultório. Esse cuidado é necessário porque o encaixe precisa ser preciso: um aparelho mal ajustado pode ser desconfortável, machucar a gengiva ou os dentes, ou simplesmente não posicionar a mandíbula da forma adequada. Depois de pronto, existe um período de adaptação, que varia de pessoa para pessoa — é comum sentir um leve desconforto na mandíbula ou nos dentes nos primeiros dias de uso, que costuma diminuir conforme a boca se acostuma com o dispositivo. Ajustes finos, feitos em consultas de retorno, ajudam a melhorar o conforto e a eficácia ao longo do tempo. O acompanhamento não termina na entrega do aparelho: retornos periódicos permitem avaliar o desgaste do material, o ajuste da mordida e, se necessário, o encaminhamento de volta ao médico do sono para reavaliação do quadro.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre placa de bruxismo e aparelho para ronco/apneia?

Embora ambos sejam dispositivos usados durante o sono e confeccionados sob medida pelo dentista, eles têm finalidades distintas. A placa de bruxismo é indicada para quem aperta ou range os dentes durante o sono, protegendo os dentes do desgaste e aliviando a tensão muscular na região da mandíbula — ela não é feita para alterar a posição da mandíbula de forma a abrir a via aérea. Já o aparelho intraoral para ronco e apneia trabalha justamente reposicionando a mandíbula para frente, com o objetivo de manter as vias aéreas mais abertas durante o sono. Algumas pessoas têm bruxismo e ronco ao mesmo tempo, e nesses casos a avaliação presencial é essencial para definir qual dispositivo (ou combinação de cuidados) faz sentido para cada situação.

Como o dentista identifica apneia (e quando encaminha pro médico do sono)?

Na consulta presencial, o Dr. Rodrigo avalia a anatomia da boca e das vias aéreas superiores, observa características que costumam estar associadas a maior risco de ronco ou apneia (como posição da língua, formato do palato e da mandíbula) e conversa com o paciente sobre os sintomas relatados, como ronco intenso, cansaço diurno ou pausas respiratórias percebidas por quem dorme junto. Esses elementos ajudam a identificar sinais de risco, mas não substituem o diagnóstico médico. Diagnosticar apneia obstrutiva do sono exige exame específico (a polissonografia), que é solicitado e interpretado por um médico especialista em sono. Por isso, sempre que a avaliação clínica sugerir um quadro compatível com apneia, o paciente é encaminhado ao médico antes de qualquer indicação de aparelho — o tratamento odontológico com aparelho intraoral só é considerado depois dessa confirmação, e apenas para os casos classificados como leves a moderados.

Se você ronca, sente que dorme mal ou já tem um diagnóstico de apneia leve a moderada e quer entender se o aparelho intraoral é indicado para o seu caso, o primeiro passo é uma avaliação presencial no consultório do Dr. Rodrigo Sandin, na Rua Léo Augusto Petry, nº 13, Praia Comprida, São José/SC. Você pode entrar em contato pelo WhatsApp (48) 98814-6886 para tirar dúvidas e agendar sua consulta.

Leia também: Aparelho Intraoral para Ronco e Apneia: é uma Alternativa ao CPAP? e Bruxismo e Apneia do Sono: Existe Relação entre os Dois?.

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