Tratamento de Canal com o Dr. Rodrigo Sandin
O tratamento de canal, também chamado de endodontia, é o procedimento indicado para salvar um dente cujo interior — a polpa dentária, onde ficam nervos e vasos sanguíneos — está inflamado ou infeccionado. É uma etapa comum na odontologia e, na maioria dos casos, representa a diferença entre manter o dente natural ou perdê-lo.
Quando o tratamento de canal é necessário
Alguns sinais costumam indicar que o canal pode ser necessário, e vale conversar com o dentista assim que eles aparecem:
- Dor de dente espontânea, que surge sem motivo aparente, principalmente à noite;
- Sensibilidade prolongada ao calor ou ao frio, que continua mesmo depois que o estímulo é removido;
- Dor ao mastigar ou ao encostar no dente;
- Escurecimento do dente em relação aos vizinhos;
- Inchaço na gengiva próxima ao dente, às vezes com a formação de uma pequena “bolha”;
- Cáries profundas, trincas ou traumas que atingiram a estrutura interna do dente.
Esses sintomas indicam que a polpa está comprometida, seja por uma cárie que avançou sem tratamento, por um trauma, ou por procedimentos anteriores no mesmo dente. Quanto antes o caso é avaliado, maiores as chances de resolver a situação de forma mais simples.
Como funciona o tratamento
O tratamento de canal remove o tecido infeccionado ou inflamado de dentro do dente, limpa e desinfeta os canais internos e os sela, evitando que a infecção volte a se instalar. Em linhas gerais, o procedimento segue estas etapas:
- Anestesia local, para que o procedimento seja realizado com conforto;
- Abertura do dente e remoção do tecido pulpar infeccionado ou inflamado;
- Limpeza e modelagem dos canais internos, com instrumentos específicos para alcançar toda a extensão da raiz;
- Selamento dos canais, com material biocompatível que impede a entrada de novas bactérias;
- Restauração do dente, para devolver a função até a etapa seguinte do tratamento.
Quem realiza o tratamento de canal
Assim como acontece no tratamento de implantes, essa etapa técnica do canal é conduzida em parceria com um cirurgião-dentista parceiro, especializado em endodontia. É uma parceria estabelecida especificamente para essa etapa do tratamento: o profissional parceiro cuida da execução do procedimento endodôntico propriamente dito, com formação específica voltada exatamente para isso, enquanto o Dr. Rodrigo Sandin acompanha o caso, orienta o planejamento e conduz as etapas seguintes do tratamento. Essa forma de trabalhar existe para que cada parte do cuidado seja feita por quem tem preparo técnico dedicado a ela, com mais segurança para quem está sendo tratado.
Coroa após o tratamento de canal
Depois que o canal é finalizado, é frequente que o dente precise de uma coroa (geralmente de porcelana) para proteção. Isso acontece porque, sem a polpa, o dente perde parte da resistência natural e fica mais suscetível a fraturas, especialmente em dentes posteriores, usados na mastigação. A coroa devolve a função e a estética ao dente tratado, e essa indicação é sempre conversada caso a caso durante o acompanhamento.
Perguntas frequentes
Tratamento de canal dói?
Durante o procedimento, a anestesia local faz com que a área fique sem sensibilidade, então o tratamento em si não costuma causar dor. É comum sentir um leve desconforto nos dias seguintes, enquanto os tecidos ao redor do dente se recuperam, mas isso tende a diminuir progressivamente. Cada caso tem suas particularidades, e as orientações pós-procedimento ajudam nesse processo de recuperação.
O dente precisa de coroa depois do canal?
Na maioria dos casos, sim, principalmente em dentes que fazem mais força durante a mastigação. Como o dente sem a polpa fica mais frágil, a coroa funciona como uma proteção que devolve resistência e permite o uso normal do dente no dia a dia. A necessidade e o momento ideal para a coroa são avaliados durante o acompanhamento do tratamento.
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